sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Pérolas ou ostras?

A pérola ou a ostra: qual é mais importante? A ostra nada mais é que um invólucro, uma casca, que para muitos, é sem valor. A pérola que ela produz e carrega sim, tem todo o valor. Deus tem muitas pérolas para os seus filhos, mas não se esqueça das ostras.
Mesmo que a ostra seja desprezada e tida como sem valor, muito pelo contrário é ela que produz a pérola. Isso me faz pensar sobre o que chamamos de tradição ou religiosidade contrapondo com uma vida plena no Espírito Santo. Há diversos movimentos que defendem um abandono das tradições religiosas, das liturgias e outros aspectos doutrinários que acompanham a igreja a tempos para dar lugar a uma efusão mais plena do Espírito Santo caraterizado por manifestações dos dons espirituais. Concordo que há elementos denominacionais que só servirão a determinada denominação e que por vezes são dificultadores para que essa efusão aconteça, mas de modo algum acontecerá um verdadeiro derramar do Espírito Santo sem a proteção da verdadeira doutrina bíblica e ortodoxa.
A busca pela pérola não pode desprezar a ostra. Uma vida plena no Espírito não pode desprezar as Escrituras, tradições e princípios bíblicos, posto que é justamente esses últimos que tem mantido a chama acesa a mais de dois mil anos. O contrário disso é modismo, e o modismo desvanece.
Portanto, não despreze a ostra.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

A PRESENÇA DE DEUS GARANTE O SUCESSO DE NOSSA TRAJETÓRIA NA VIDA

1) Presença como garantia que chegaremos ao nosso destino. Ex 33. 12 – 17
2) Presença como aprovação divina. 1 Rs 18. 22 – 46
3) Presença como selo da salvação. Sl 51. 10 – 12; Ef 4. 30
4) Presença nas aflições e tribulações da vida. Mt. 28. 20
5) Presença quando falta-nos esperança. Lc 24. 13 – 35
6) Presença nos momentos de medo. Lc 24. 36 – 45; Jo 20. 19
7) Presença encorajadora. Jo 20. 22
8) Presença como garantia de uma grande colheita. At 2. 37 – 41; 4. 1 – 4; 5. 14; 6. 7;
9) Presença e poder que acompanham a pregação. 1 Co 2. 1 - 5

Em Cristo,

Pr. Samuel Eudóxio

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

O que aprendemos com a história de Ana?

Texto: 1 Sm 1

1 – Havia uma crise no lar de Elcana. 1 Sm 1. 2, 6
1.1. Penina gerava filhos
1.2. Ana era estéril
1.3. Penina “irritava” Ana “para a embravecer”. v. 6

2 – Havia uma crise no sacerdócio. 1 Sm 2. 12 – 17
2.1. Os filhos de Eli, Hofni e Finéias, eram chamados de “sacerdotes do Senhor” em 1 Sm 1. 3
2.2. Tinham legalidade para exercer o ministério, mas não tinham legitimidade. 1 Sm 2. 12 – 17
2.3. Há um tratamento de Deus específico com aqueles que são chamados por Ele.

3 – As crises não os impediam de “subir” e adorar. v. 3, 10
2.1. A adoração de Ana não era segundo a sinceridade do sacerdote, mas do seu próprio coração.
3.2. Adorava independente das crises familiares que atravessava, e o fazia todos os anos. v. 7
3.3. Perceba que mesmo sabendo que seria irritada pela adversária Ana não deixava de subir para adorar
3.4. Ana adorava, mesmo com a “alma amargurada” e com lágrimas, mas sabia que estava na presença do Senhor

4 – Existem bênçãos almejadas que são insubstituíveis. 1 Sm 1. 4, 5, 8
4.1. Elcana abençoava Ana com uma porção excelente. v. 4, 5
4.2. Elcana tentava suprir a falta de filhos de Ana com a sua presença. v. 8
4.3. Porém, existem momentos que o vazio permanece, pois há coisas que somente Deus pode fazer.

5 – Atitudes de Ana que lhe levaram à vitória
5.1. Ana “orou ao Senhor” e “perseverou em orar perante o Senhor”. (10, 12). Há coisas que não adianta falar para ninguém, só para Deus.
5.2. Ana fez um voto ao Senhor: ela consagrou o filho. Tem muita gente que não recebe porque quer apenas para si. Somos mais abençoados quando somos liberais. (11)
5.3. Ana tinha um propósito e não abriu mão.

6 – Resultados da perseverança de Ana.
6.1. Sua oração foi respondida. (17)
6.2. Recebeu alegria no coração. Com certeza sua fé foi acrescentada, sua motivação, seu entusiasmo. (18)
6.3. Gratidão. Imagino que na manhã do dia seguinte a adoração de Ana foi diferenciada, pois ali já não estava um coração angustiado, mas cheio de fé e esperança. (19)
6.4. “...e o Senhor se lembrou dela.” (19). Aprendemos com Ana que Deus nunca se esquece, mas trabalha no tempo certo.


Conclusão: Ana dá-nos a lição de que devemos perseverar no propósito de servir a Deus, O adorar independente das circunstâncias, pois Deus nunca se esquece, mas trabalha no tempo certo. Além disso quando a bênção vem ela será motivo de gratidão e regozijo, como foi Samuel para Ana.