terça-feira, 5 de dezembro de 2017

O que aprendemos com a história de Ana?

Texto: 1 Sm 1

1 – Havia uma crise no lar de Elcana. 1 Sm 1. 2, 6
1.1. Penina gerava filhos
1.2. Ana era estéril
1.3. Penina “irritava” Ana “para a embravecer”. v. 6

2 – Havia uma crise no sacerdócio. 1 Sm 2. 12 – 17
2.1. Os filhos de Eli, Hofni e Finéias, eram chamados de “sacerdotes do Senhor” em 1 Sm 1. 3
2.2. Tinham legalidade para exercer o ministério, mas não tinham legitimidade. 1 Sm 2. 12 – 17
2.3. Há um tratamento de Deus específico com aqueles que são chamados por Ele.

3 – As crises não os impediam de “subir” e adorar. v. 3, 10
2.1. A adoração de Ana não era segundo a sinceridade do sacerdote, mas do seu próprio coração.
3.2. Adorava independente das crises familiares que atravessava, e o fazia todos os anos. v. 7
3.3. Perceba que mesmo sabendo que seria irritada pela adversária Ana não deixava de subir para adorar
3.4. Ana adorava, mesmo com a “alma amargurada” e com lágrimas, mas sabia que estava na presença do Senhor

4 – Existem bênçãos almejadas que são insubstituíveis. 1 Sm 1. 4, 5, 8
4.1. Elcana abençoava Ana com uma porção excelente. v. 4, 5
4.2. Elcana tentava suprir a falta de filhos de Ana com a sua presença. v. 8
4.3. Porém, existem momentos que o vazio permanece, pois há coisas que somente Deus pode fazer.

5 – Atitudes de Ana que lhe levaram à vitória
5.1. Ana “orou ao Senhor” e “perseverou em orar perante o Senhor”. (10, 12). Há coisas que não adianta falar para ninguém, só para Deus.
5.2. Ana fez um voto ao Senhor: ela consagrou o filho. Tem muita gente que não recebe porque quer apenas para si. Somos mais abençoados quando somos liberais. (11)
5.3. Ana tinha um propósito e não abriu mão.

6 – Resultados da perseverança de Ana.
6.1. Sua oração foi respondida. (17)
6.2. Recebeu alegria no coração. Com certeza sua fé foi acrescentada, sua motivação, seu entusiasmo. (18)
6.3. Gratidão. Imagino que na manhã do dia seguinte a adoração de Ana foi diferenciada, pois ali já não estava um coração angustiado, mas cheio de fé e esperança. (19)
6.4. “...e o Senhor se lembrou dela.” (19). Aprendemos com Ana que Deus nunca se esquece, mas trabalha no tempo certo.


Conclusão: Ana dá-nos a lição de que devemos perseverar no propósito de servir a Deus, O adorar independente das circunstâncias, pois Deus nunca se esquece, mas trabalha no tempo certo. Além disso quando a bênção vem ela será motivo de gratidão e regozijo, como foi Samuel para Ana.

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